Drogas (é como diz o próprio nome)

Muito se tem feito nos últimos tempos para que as pessoas se previnam contra o uso de drogas, mas pessoas estão consumindo cada vez mais. Usar drogas, significa em primeira instância, buscar prazer. A droga provoca o prazer que engana o organismo, que então passa a querê-lo mais, como se fosse bom. Todo usuário e principalmente sua família têm arcado com as conseqüências decorrentes desse tipo de busca de prazer. Com freqüência os pais querem saber quais os sinais que indicam que um jovem esteja usando drogas. Não existe maneira fácil de confirmar a suspeita. O mais importante é que os pais tentem sempre conversar com os filhos. Mesmo que o diálogo se torne tenso e cheio de conflitos. Os pais devem também se preocupar mais em ouvir do que em dar conselhos. Quando o jovem se isola e o acesso a ele se torna impossível, é um sinal de que é necessário procurar algum tipo de ajuda externa. A pessoa dependente, pode também fazer uso constante da droga para aliviar tensões, ansiedades, medos, sensações físicas desagradáveis, etc. O dependente caracteriza-se por não conseguir controlar o consumo de drogas, agindo de forma impulsiva e repetitiva. Alguns cuidados devem se ter quanto à escolha da instituição que cuidará do tratamento da dependência de drogas de um familiar ou de um amigo próximo. Primeiramente, não existe tratamento que sirva para todos. No entanto, algumas orientações básicas são imprescindíveis. Verifique se, no mínimo, a lei está sendo cumprida. O tratamento da drogadição pode ser realizado das mais diferentes formas: em regime de ambulatório, domiciliar ou de internamento, sendo que esse último ainda subdivide-se entre vários tipos de serviços prestados por diferentes instituições: clínicas, hospitais, comunidades terapêuticas. E, com relação às comunidades terapêuticas, a legislação existe para defender o paciente. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão do Ministério da Saúde, publicou em maio, a Resolução número 101, que trata do assunto.

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